Como publicar uma atividade no Redário

Car@s amig@s RR e RNs, responsáveis por atividades de OE nos Núcleos,

Preparamos abaixo um passo-a-passo de como para publicar um blog de uma atividade do Perguntatório realizado no Núcleo:

PARA POSTAR UM BLOG COM UMA ATIVIDADE DO PERGUNTATÓRIO

1. É interessante estar com todos os arquivos de texto, fotos e vídeos prontos do Perguntatório realizado no seu Núcleo pronto e copiado num Pendrive ou no computador antes de começar a postar.

2. Faça login no site OE na página inicial do Redário (link “Entre no grupo!“)
3. Os relatos deverão ser feitos em forma de postagem de blog no site (Link “Publique um blog!)
 
4. Será preciso selecionar a categoria “Compartilhando Histórias” e “Escritos” para que ela possa aparecer no lugar correto. Se for somente vídeo, deverá ser selecionada a categoria “Memórias em Movimento”.

PARA FOTOS E VÍDEOS: E se for somente fotos, deverá ser selecionada a categoria “Instantes do Tempo”, e se for vídeo “Memórias em Movimento”. É interessante fazer uma postagem completa com textos e fotos, depois outra postagem somente com as fotos, e depois outra somente com o vídeo. Assim, atingiremos mais públicos, pois uma pessoa pode querer ler os textos, outra somente ver as fotos, e ainda outra que quer somente ver vídeos. Atrairemos mais pessoas 😉
5. Não esqueçam de colocar as tags, ou marcadores com Nome do Entrevistado, Núcleo e Região. É uma palavra que fica destacada ao lado da postagem, quese a pessoa clicar, bate direto no seu blog.
6. Após fazer a postagem e publicar, copiar o link para divulgar na linha de tempo de atividades do Redário (no link “Publique uma atividade!)
7. É interessante também copiar o link com a postagem do Redário e enviar uma mensagem para o Listão, para chamar as pessoas para ver sua postagem. Mais pessoas vendo, mais movimentamos nossa rede :-)

DICAS DE POSTAGEM DE RELATOS NO SITE OE – PARTE 2

Car@s,

Estamos todos aqui voluntariamente e aprendendo com este movimento do Bem com o Tema da Vez CIDADANIA nos Núcleos, e precisamos sempre pensar em como melhorar este trabalho de compartilhamento dos relatos, pois a proposta é utilizarmos este material num futuro.

Neste sentido, segue algumas dicas para melhor trabalhar o registro dos relatos dos Perguntatórios nos Núcleos, para que os relatos tenham a maior quantidade possível de dados que possam ser utilizados para nosso informativo O REDÁRIO, como também para publicações.

 

DICAS DE ELABORAÇÃO DE RELATÓRIOS

 

Para que os relatórios possam se tornar mais interessantes, elaboramos algumas dicas quanto ao formato e conteúdo:

QUANTO AO FORMATO

Estamos vendo que alguns irmãos e irmãs estão postando arquivos em PDF o Word dos relatos. Mesmo que tenham feito o relato no Word, o em PDF, é interessante postar em forma de texto, e enviar as fotos para o site. Hoje, as pessoas vêem o site em diversas plataformas, como smarthphones, tablets, e se tiver no Word o pdf, nem sempre as pessoas poderão ler, pois é preciso baixar o arquivo. Além disso, se os textos e as fotos não forem enviadas para o site, não teremos como criar marcadores, as pessoas terão dificuldade para pesquisar sobre o relato.

Portanto, pode enviar o anexo com o pdf ou Word do texto do relato, mas ele deverá ser postado aberto, isto é, com e as fotos enviadas para o site no formato de blog.

 

QUANTO AO CONTEÚDO

 

É interessante que o conteúdo seja formado pelos 9 itens abaixo:

  1. TITULO DESCRITIVO com dados como Nome do entrevistado, Núcleo, Cidade, Região, Participantes, responsável, local, horário
  2. FRASE INTERESSANTE
  3. INTRODUÇÃO COM DESCRIÇÃO DO CENÁRIO
  4. FOTOS HISTÓRICAS TRAZIDAS PELO O ENTREVISTADO
  5. A ENTREVISTA
  6. FOTOS E VÍDEOS DA ENTREVISTA
  7. DIARIO DE CAMPO (DADOS INTERESSANTES PESQUISADOS DA VIDA DO ENTREVISTADO)
  8. DESCRIÇÃO DA METODOLOGIA UTILIZADA NA ATIVIDADE
  9. DESDOBRAMENTOS ( O QUE FOI FEITO DEPOIS, ALGUMA OFICINA E OU APONTAMENTOS EM CASA)
  10. CRIAR TAGS OU MARCADORES PARA IDENTIFICAR POSTAGEM
  11. SELECIONAR UMA FOTO DE DESTAQUE PARA A POSTAGEM

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  1. TITULO DESCRITIVO

1ª historiografia do Núcleo Menino Deus – 2ª região

Historiografada: Conselheira Ana Maria Evangelista

Data de realização: 16/05/ 2015

Horário de realização: 15h30 – 17h

 

  1. FRASE INTERESSANTE

“Como medir o valor de uma pessoa? Tudo e todos têm valor e todos merecem a nossa consideração. Tão somente por estar no mundo, por existir no mundo, as pessoas já merecem ser valorizadas. Mas aqui vamos falar do valor de uma pessoa que convive conosco. Aqui falamos especialmente de uma pessoa agregada à nossa religião e que está associada à União do Vegetal desde muito tempo”.

 

  1. INTRODUÇÃO COM DESCRIÇÃO DO CENÁRIO

Era uma alegre tarde de sábado. Crianças e jovens do Núcleo Menino Deus olhavam curiosos para uma parte do redário. O espaço onde antes eram armadas coloridas redes, agora ganhava um novo aspecto. Saem as redes e entram um sofá coberto por uma manta de fuxicos coloridos, tapetes e diferentes objetos. Uma máquina de costura, vitrola, uma boneca de pano, alfinetes, lamparinas, frutos de cacau.

 

Sem entender muito bem o que está acontecendo, eles vão chegando curiosos. Não sem antes passar por outro cenário ainda mais instigante. Uma espécie de túnel formado por barbantes e pequenos pregadores carregava em sua extensão fotos antigas e desenhos de mandalas coloridas.

 

Aos poucos, crianças e jovens foram se aproximando para olhar aquelas fotografias e, uma a uma elas foram analisadas, das mais antigas às mais recentes. E de repente, eles começaram a entender de quem eram as fotos e que uma história já estava sendo contada.

 

A figura em comum naquelas fotografias e autora das pinturas e de toda aquela história era Ana Maria Evangelista, conhecida pelos pequenos e também pelos maiores como a Conselheira Ana. Aquela senhora de cabelos que parecem fios de prata de tão brancos e que sempre carrega consigo um olhar sereno e um sorriso amigo.

 

Amada por todos ali presentes, ela adentrou o cenário e uma de suas músicas preferidas tocava. A canção ‘Arrastão’ de Dorival Caymmi, na voz inesquecível de Elis Regina recepcionou a sua chegada.

 

À sua espera, crianças e jovens estavam ali ávidos por suas histórias. A senhora de cabelos prateados sentou em um pequeno sofá e fitou todos aqueles olhos brilhantes e cheios de “querer saber”. O que virá? Deve ter pensado.

 

Aí as “gente grandes” entraram. Uma sentada à máquina de costura, interpretava a mãe de Ana, Maria Secundina, e a outra fazia o papel da própria Ana, ainda criança e curiosa, perguntando o que a mãe tanto costurava. E a mãe fazendo mistério até que no dia de Natal, Ana recebe de presente da mãe, uma boneca de pano. Feliz, ela recebe e compreende todo o mistério anterior. Após a encenação, a boneca foi entregue à nossa historiografada. Encenação esta que despertou curiosidade para o fato e deu início às perguntas.

E um silêncio chegou… objetos que compunham o cenário foram passados de mão em mão. A lamparina, um porta joia de prata e um cacau que, para surpresa de todos os “gente grandes”, era desconhecido das crianças, não só o seu sabor mas também pela iguaria que se faz com ele – o chocolate. Esse foi um doce momento. Todos saborearam o fruto.

 

 

  1. FOTOS HISTÓRICAS TRAZIDAS PELO O ENTREVISTADO
  2. A ENTREVISTA

Um momento depois, entra em cena o fio da meada, um novelo de lã que é desenrolado pelas crianças e jovens até eles encontrarem uma pergunta. A brincadeira movimentou o ambiente e envolveu ainda mais todos eles, que levantavam os braços para garantir a sua vez.

 

O tempo acabou ainda na sede de mais histórias, mas o sol já se punha atrás da floresta. Antes da conclusão, porém, valiosos conselhos foram dados por Ana aos jovens e crianças. Após muitos aplausos, um grande abraço se fez em torno de nossa historiografada. Ao som de ‘Arrastão’, celebramos esse inesquecível encontro.

 

  1. FOTOS E VÍDEOS DA ENTREVISTA
  2. DIARIO DE CAMPO (DADOS INTERESSANTES PESQUISADOS DA VIDA DO ENTREVISTADO)

Ainda namorados, Ana e Roberto chegaram juntos à União do Vegetal. Ambos receberam o vegetal pela primeira vez das mãos do mestre Florêncio de Carvalho, também conhecido como mestre Cruzeiro, em 1970. Cedo, entraram para o corpo instrutivo e foram convocados para o corpo do Conselho por Mestre Gabriel em março de 1971.

 

A Conselheira Ana é considerada uma das primeiras conselheiras da União do Vegetal e a primeira de Manaus. É também, junto com seu marido, uma das fundadoras do Núcleo Caupuri, o primeiro núcleo da UDV criado pelo Mestre Gabriel.

 

Juntamente com a conselheira Maria Almeida Neves, Ana Evangelista fundou a primeira escola de alfabetização da UDV – a escola Mestre Gabriel – e chegou a alfabetizar mais de 100 crianças.  Conselheira Ana e Mestre Roberto têm cinco filhos, todos nascidos e criados na UDV – mestre Marlo, Sâmara, Sara, Luína e Luna. Ana e Roberto estão há 45 anos na UDV.

 

  1. DESCRIÇÃO DA METODOLOGIA UTILIZADA NA ATIVIDADE

Dinâmica do Fio da meada

A expressão “fio da meada” surgiu na época da revolução industrial quando as maquinas começaram a ser usadas com a manipulação da mão humana. As maquinas de tecido tinham um suporte para o rolo de fios (meada) e a responsabilidade do operário era a de pegar a ponta do fio e colocar na posição certa para que a maquina começasse a puxar o rolo e a fabricar o tecido. Era uma função que exigia muita concentração, se não perdia o “fio da meada”.

Hoje usa – se esta expressão quando se esta falando algo, acontece um interrupção e ao retomar o dialogo a pessoa diz – deixar eu pegar o fio da meada.

Com base nesta expressão o “fio da meada” entrar em cena como instrumento de apóio caso cessem as perguntas.

Consiste num novelo de lã em que estão amarradas algumas perguntas ou palavras chaves, escritas em tiras de tecido, que surgem à medida em que uma das  crianças ou jovens desenrolam o novelo.

A pergunta é feita, e respondida pelo historiografado. Caso haja necessidade recorre – se novamente ao novelo outra vez, até que as perguntas voltem a fluir novamente.

A inspiração pra usar perguntas em novelo veio por conta de que o cenário da historiografada continha elementos de costura, e assim este recurso de apóio compôs o cenário de forma harmônica.

  1. DESDOBRAMENTOS ( O QUE FOI FEITO DEPOIS, ALGUMA OFICINA E OU APONTAMENTOS EM CASA)

 

Segue mensagem da Gianna sobre como relatar esse “depois”

Acham importante ver o que acontece em casa depois de um dia de Historiografia?

O que será que acontece, dentro das crianças, depois de uma atividade assim?

Como o pontinhos se ligam na cabeça delas, que pontinhos novos realmente surpreenderam, quais se ligaram à vida delas, ampliando o significado das coisas em seu mundo?

Logo depois de uma atividade dessa, eu penso que elas estão ainda sob o efeito e podem surgir interessantes conversas, podem acontecer de exporem seus pensamentos e sentimentos, mostrando o que está acontecendo em seu universo em construção.

Acho que a gente, pai e mãe, pode estar alerta pra estes momentos ( aliás, lembram que o mestre Edison falou disso no começo?) E também podemos conversar uns com os outros a respeito da experiencia em casa e assim cada vez mais compreender nossos filhos e o grupo como um todo.

Acho de uma riqueza enorme podermos trazer atividades em consonância com as coisas que aprendemos, com nossos valores, e a oportunidade de estarmos pais e mães unidos nesta lida, nos dá também a oportunidade de, dentro do grupo, termos um olhar mais acurado para cada indivíduo que compõe esse grupo, e isso pode acontecer se houver, entre os pais, a cumplicidade fina de compartilhar suas experiencias, observando o jeito de ser de seus filhos, identificando suas virtudes (e tb suas deficiências) para poder fortalecer o que há de melhor em cada um, junto com os amigos, fortalecendo a amizade e os vínculos.

As vezes uma menina se liga a alguma coisa de relacionamento que ouviu na historia e traz uma observação interessante, boa pra ser explorada.

As vezes um menino se encanta com alguma brincadeira nova que deu vontade de brincar.Essas coisas são materiais ricos e genuínos pra uma atividade de Desdobramento.

Lembram?

No começo do ano, falamos bem disso… Atividades que se desdobram de uma historiografia.

Abaixo link que postei no site a respeito do que observei no meu nucleo.

http://oe.udv.org.br/e-em-casa-depois-dos-perguntatorios-como-foi-com-as-criancas-e-jovens/

 

  1. Criar tags ou marcadores. No campo Tags (imagem abaixo)

É interessante colocar as palavras utilizadas no título para identificação do relato neste campo Tags, Esse recurso irá criar uma pasta com todas as postagens de sua região ou núcleo, pois caso a pessoa clique na palavra da região ou no núcleo poderá encontrar todas as postagens realizadas por aquela região ou núcleo.

 

tags

 

 

  1. Selecionar foto para destaque da postagem

Selecionar a fonte mais interessante para servir de destaque da postagem. Depois de realizar o perguntatório, selecionar entre as fotos tiradas, a melhor foto para servir de destaque. Esta foto irá aparecer junto com o título da postagem no link COMPARTILHANDO HISTÓRIAS. Vejam no campo abaixo, IMAGEM DESTACADA, “Configurar Imagem Destacada”. Clique neste campo e selecione a foto da capa da sua postagem:

foto.destacada

 

Veja como fica com a foto:

foto.destacada2

 

 

Ela irá aparecer aqui:

fotodestacada3

 

Exemplo de Postagem com os conteúdos acima:

Fonte:  http://oe.udv.org.br/1a-historiografia-do-nucleo-menino-deus-2a-regiao/

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Então meus car@s, se conseguirmos juntar o máximo possível de dados, teremos relatos mais interessantes, e poderemos, num futuro, fazer uma bela publicação dessas pérolas da memórias de nossos irmãos e irmãs da UDV.

Grato pela atenção,

Equipe Bases de Gestão

 

 

 

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