Compartilhando Histórias – Escritos

Leia os textos dos relatos das entrevistas nos Núcleos e DAVs da UDV!

M. Uchôa e c. Neise, em tempos de olimpíadas… um casal que vale ouro!

Casados há 52 anos… vale uma bela historia de amor, né mesmo? Pra não dizer do bom exemplo que podemos ter!
Assim mestre Uchôa e c. Neise fizeram sua história. Ele de Maranguape, Ceará e ela de Coari, interior do Amazonas. Se esbarraram num cinema, lá em Manaus, depois de um sussurro no ouvido, um não e um papelzinho jogado com telefone… começaram a prosear e estão até hoje nessa prosa!
Ele não teve brinquedos em sua infância, ela brincava de roda, comia fruta no quintal, pulava corda, brincava de tenente coronel e muitas outras coisas saudáveis pra vida de uma criança.
Pedir Benção, muitos “causos” pra contar da vivência que tiveram com as tribos indígenas, como chegaram na união trazendo a “familharada” toda…

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Com um apelido carinhoso, apresentamos Paulo Piu , o cantador!

Imagina um menino, lá da roça com gosto pela música?
Paulo Piu, cresceu assim, embalando a criançada e os adultos com suas modinhas!
Com uma infância sem tecnologia, teve que matutar para aguçar sua criatividade e assim fazer seus brinquedos! Imaginem qual foi? De abobora e mamona , fazia seus instrumentos montando sua própria banda, mostrando seu talento começou a cantoria.
Como todo “bicho do mato”, como ele mesmo se denomina, da escola se esquivou e de mansinho pegou gosto e se tornou um aluno de louvor!
O caminho da humildade e a limpeza no coração são aprendizados que busca para ter mais luz em seu viver!

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Historiografia N. Lumiar – 5 Região – Maria Isabel Frossard Magalhães

  Maria Isabel Frossard Magalhães é a Conselheira Isabel, carinhosamente chamada de Bebel aos 70 anos de idade.
 Ela acompanha a irmandade do Núcleo Lumiar desde os primeiros ‘’atos’’ do núcleo como no acontecimento da formalização da doação do terreno e a 1°... ler mais

Perguntatório N.M.Adamir ( Manoel Leite e Antonia Leite)

Motivados por saber como eram as brincadeiras daquela época, quais eram os brinquedos, o tipo de namoro, crianças , jovens, num verdadeiro Perguntatório, adentraram no cenário, viajando na máquina do tempo, e num dedo de prosa , vivenciaram a simplicidade de reviver momentos de vida dessas duas pessoas ilustres que fazem parte da história do nosso Núcleo. Resgatando valores de uma cultura caianinha, num tempo em que ficar rodeados, assuntando os mais velhos encantava e ainda hoje encanta crianças e jovens, através do bom exemplo, de como viver em harmonia, de como despertar a criatividade , o interesse , através de uma boa oratória de vivências , despertando no imaginário delas a oportunidade de trazer o tempo de volta, de acreditar que podemos construir na linha do tempo um mundo melhor com o encontro de gerações, sendo pessoas melhores, valorizando costumes e tradições de uma época não tão distante onde as pessoas eram mais felizes por viverem em paz, porque os nossos corações,” quando podem ser felizes, batem muito mais…” ( responsável nuclear OE- cdc Cândida)

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Entrevistando uma jardineira – Conselheira Joana

Joana Andreiv, filha de Nicolau e Tecla Andreiv, nasceu em Paulo Frontin, em 1942, época da segunda grande guerra. Seus avós vieram da Ucrânica, porém o passaporte consta Áustria. Segundo pesquisas os imigrantes ucranianos da época vieram desta forma. Aos oito anos de idade foi a cidade de União da Vitória trabalhar como babá para poder continuar os estudos, pois na área rural em que seus pais moravam a escola ensinava a escrever e a realizar as quatro operações e ela já aprendera.

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“Deus na sua perfeição, criou a música para nossa elevação!”

Em um clima de alegria e harmonia, no dia 04 de Julho de 2015, demos início ao primeiro trabalho de Orientação Espiritual do Núcleo São Cosmo e São Damião. Contamos com a participação da Conselheira Sônia Fagundes, 59 anos, sócia fundadora e grande incentivadora da vinda da UDV para a região Sul do país, que foi entrevistada, trazendo alegremente sua energia jovem e sua experiência de vida, pautada nas artes cênicas e musicais. Mãe de seis filhos: Gisele, Luciano, Mariana, Rogério Neto, André, Fernando. Sendo os seis filhos músicos! Possuindo um tanto de experiências positivas para transmitir, proporcionou às crianças, jovens e adultos participantes momentos de lembrança e reconhecimentos de valores.

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C. ALOÍSIO: ENTRE CABOCLOS, RAIOS X E A GUARNIÇÃO DO MESTRE

A busca espiritual às vezes começa cedo. Para Aloísio Monteiro iniciou aos seis anos, em um terreiro de umbanda. Anos depois sentia que precisava juntar-se a um grupo de pessoas. Não sabia quem, quando nem onde encontraria essas pessoas. Eis que tempos depois chega o convite para conhecer a União do Vegetal.

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Olhar terno e palavras de força

Assim inicia a entrevista realizada com esta senhora de olhar terno e palavras de força. No começo, a emoção toma conta e dona Jacyara leva um tempo para conseguir falar. As recordações são inevitáveis. Mas logo ela se recompõe e responde às perguntas, contando sua vida de desafios e vitórias. Oriunda de família da classe média soteropolitana, a veia de esportista e artista é parte significativa de sua história. Quando criança, não tinha TV em casa e a imaginação comandava as brincadeiras. Gostava, principalmente, de brincar de picula e de roça.
Mais tarde, tornou-se nadadora e chegou a ganhar um campeonato. Foi levantadora do time de vôlei do Esporte Clube Vitória e também bandeirante (escoteiro para mulheres). Na arte, a música tinha lugar especial em seu coração. Tocava piano, acordeon e violão dedilhado. Nunca levou para o lado profissional, mas o dom a acompanhou pela vida adulta e encantava o marido, que adorava quando a via tocar os instrumentos.

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Entrevista mestre Anselmo Linhares / Núcleo Caminho Firme – 8ª Região

Assim como Ulisses teve suas vitórias cantadas ao longo do tempo pelos poetas antigos, mestre Anselmo, apenas mais um herói de sua própria história, vem contando e cantando sua vida e seus poemas. Mestre Anselmo é mais um filho do norte. Nascido em uma colônia agrícola de nome Iata no município de Guajará-Mirim, Território Federal do Guaporé. Teve infância cercada de brincadeiras de rua, banhos de igarapé e de maior contato com a comunidade, diferente do mundo digital dos anos dois mil. Nem mesmo energia elétrica havia e a noite sentavam-se em volta de fogueiras pra ouvir histórias dos antigos.

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ENTREVISTA RESPONSÁVEL PLANTIO

No dia 17 de abril de 2016 realizamos a nossa primeira atividade na cidade de Gainesville, ao norte da Flórida, com a presença de 50 pessoas, sendo 29 adultos e 21 crianças/jovens. Entrevistamos o responsável pelo nosso plantio, Jonathan Spoliansky. Antes de iniciarmos a entrevista, tivemos uma atividade onde adultos e crianças/jovens fizeram um aquecimento para um circuito com pistas de obstáculos físicos, onde tinham que fazer alongamento em troncos de árvores, desviar de cones, andar agachados, pular cordas e participar de outras brincadeiras. Em seguida, nos reunimos no terreno onde ocorreu a entrevista.

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Entrevista, sr.Jorginho: “Trabalhem sempre…”

Durante a entrevista nos falou que seu doce preferido é o pudim, e que sua mãe preparava todo domingo essa sobremesa. Como surpresa todos comemos pudim junto com ele durante a entrevista, e após o preguntatório fizemos uma dinâmica com as crianças, abordando a temática musical.Fizemos uma oficina onde cada um construiu uma vitrolinha de brinquedo, relembrando a loja de discos do seu jorginho, e também fizemos uma ciranda e cantamos uma música.

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Informativo Tribo Solar nº 1 – Expedição Vale das Cordilheiras

Após 156 sóis do ano de 2015, os jovens da Tribo Solar participaram da EXPEDIÇÃO VALE DAS CORDILHEIRAS. Num lugar afastado dos prédios, engarrafamentos, pichações, tecnologias mil, distante das luzes da cidade, entre formigas e estrelas, moços e moças acamparam e... ler mais

Inez Iná dos Reis Brasil – Nossa reverência a sua história de vida.

Inez Iná dos Reis Brasil
Nossa reverência a sua história de vida.

Da zona rural para grande São Paulo. De morada simples, lá na roça, com bancos de caixotes, colchão de palha e lamparina pra iluminar o escuro da noite, ela morava.

Zelosa pela saúde e de boa memória, gosta mesmo é de cantar, que até hoje cantarola no coral lá em Andradas, cidade onde mora.

Da escola sempre gostou, mas sua lida na vida nem sempre ajudou!
Catar lenha, lavar barril, limpar terreiro e cuidar da irmã de 07 meses deixava os estudos para hora que desse.. e ai o tempo passou e tarde ficou!

Sapato conheceu aos 06 anos de idade, se encantou tanto que muita bolha deixou! Vestido, só com sobra de tecidos que sua mãe caprichava no modelito.

Cana de milho virava brinquedo. Boneca, só de papelão, pra não desmanchar corria da chuva, que algumas vezes seu irmão deixava e ela desintegrava!

Carro… Só conhecia de boi, com motor, para- brisa, com pneu de borracha, banco de couro… nem imaginava existir!

Vaca, galinha boi e até um cachorrinho era seus bichinhos de estimação.

Seu pai juntava a radiola de corda e deixava a musica tocar, vizinhos e a família ficavam a escutar.

Católica por criação chegou na UDV pela mão de seu filho, pra saber por onde ele andava, ficou encantada e logo se associou.

Assim é Dona Inez, chamada carinhosamente pelos irmãos. Zelosa, cantadora, mãe e avó muito prestimosa!

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Um jovem de talento

Integrante dos grupo Novos baianos, diz: “A União do vegetal centro de mudança em minha vida”. Era final da década de 1960. O mundo vivenciava a contracultura e no Brasil já despontava a Tropicália. O jovem baiano Carlos Alberto de Oliveira, nascido em 1939, gostava de tocar berimbau e frequentava a praia da Gamboa, em Salvador, onde costumava pescar. Por aquelas bandas conheceu Gato Félix, quem primeiro falou no nome dos Novos Baianos, perguntando se conhecia a banda que ele ajudava a organizar e já começava a fazer sucesso.
Foi em um show no bairro nobre da Barra que Carlos Alberto foi apresentado ao grupo, com quem estabeleceu amizade. No início dos anos 1970, a banda seguiu para o Rio de Janeiro e se instalou em um sítio onde os integrantes compartilhavam a mesma casa e um modo anárquico de viver. Logo veio o convite: “A gente gostou muito da sua pessoa”, eles disseram. Três a quatro meses depois, Carlos, que viria a ser chamado de Charles, se juntava aos Novos Baianos.

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Entrevista Mestre Edison Saraiva Neves | Núcleo Sabiá – 8ª Região | Uberlândia – MG

É-DI-SOM! Pode soar clássico como “Five Secrets” de Beethoven, com notas únicas e absolutamente necessárias… pode vir psicodélico como peixinhos em um colchão d’’água ao som de Pink Floyd… ou ainda aparecer numa saraivada de realidade marginal que” “longe das cercas que separam quintais ,assenta a sombra sonora de um disco voador” (“…ô seu moço ,do disco voador me leve com você aonde você for ,ô seu moço mas não me deixe aqui, enquanto eu sei que tem, tanta estrela por aí…” ) e foi percorrendo caminhos atrás destas estrelas ,e de uma em específico, que se tornou importante “pau de atiradeira” , hoje mais Neves que granizo, mas sempre lançador de ideias e ideais , partilha séria, ativa,necessária e cheia um sentimento que não pode ser outro que não seja o amor.
Tamanha intensidade deixou boas reverberações nos corações daqui, que passaram a mais que vê-lo e saber de sua existência, a senti-lo melhor a partir de então. Ecoa até hoje nas falas e nas memórias das pessoas, nos fazendo reviver a graça ( a inteligência acentuada o faz uma pessoa extremamente divertida) ,a história bonita, o dinamismo, o valor pelas coisas da UDV e o coração verdadeiramente à mostra.

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Sr. Henrique e Dona Maria, um casal em União.

Apesar de não terem um tempo tão grande na UDV 9 anos, ambos têm uma importância no nosso núcleo e para a União, pois fazem parte da família Filwock, uma grande família que chegou na UDV aos poucos e hoje tem muitos membros sócios. Todos os seis filhos da D. Maria e do Sr. Henrique são sócios da União e estão no CI ou na Direção e, ao contrário do que normalmente acontece, foram os filhos quem trouxeram os pais para a UDV, motivados a seguir principalmente a partir dos exemplos de mudança de vida de seus filhos que eles puderam presenciar. Hoje, a D. Maria segue no Corpo Instrutivo e o Sr. Henrique no Quadro de Sócios.

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PRIMEIRA HISTORIOGRAFIA N. TIUACO- C. Ivonete Marques

—La em casa era o seguinte, deixa eu te dizer como era: Quando eu já estava com os meus 16 anos, que já gostava de ir pra festa, tinha um negocio que era pior que levar peia. Eu sempre achei pior que peia é levar um castigo. Então minha mãe dizia: “Você esta 30 dias sem poder ir para uma festa e nem para uma pracinha”, porque reunião era passear numa praça. “Não adianta mandar à amiga e nem a mãe da amiga vir me pedir, porque eu vou deixar e você vai dizer que não quer ir”, a situação era esta. Às vezes eu até tentava, pedia para minha amiga ir pedir para minha mãe. E ela respondia: “Ela pode ir eu não impato não, fica a vontade. E me perguntava: “Ivonete você quer sair”? Eu olhava pra minha mãe e respondia: “quero não”, porque eu já sabia como era o negócio.

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OE N. Pupuramanta: 1º Perguntatório C. Myrna – março de 2015 – texto

As crianças se sentaram em torno da D. Mirna para que pudessem fazer perguntas sobre a vida, a infância, a trajetória da conselheira na União do Vegetal, etc.
Estavam disponíveis no local, fotografias e porta retratos da D. Mirna em várias fases da vida dela. Inicialmente, foi feito um sorteio para que cada criança pudesse fazer a sua pergunta.
As crianças fizeram em torno de 50 perguntas, sobre os mais diversos assuntos, como a infância, adolescência, casamento, União do vegetal, preferências, etc. Se mostraram interessadas e atentas às respostas durante todo o tempo.
Ao final das perguntas, cada criança dirigiu algumas palavras à D. Mirna, demonstrando o carinho que têm por ela. A D. Mirna distribui bombons para as crianças e depois todos foram convidados a fazer um saboroso lanche, incluindo os pais presentes.

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De sainha de pregas e sapatinho de verniz ao estrelato dos palcos!

Ser mulher, lá pelos anos 50, não era tão fácil como hoje, c. Nélia venceu Tabus, quando estudou teatro e virou artista. Uma guerreira, mulher de grande coragem e determinação.
Durante a oficina de bombons teve falatório de brinquedos, modelito de uniforme – que usava para ir à escola – paqueras, jovem guarda, profissão, juventude e… Ah! sim…. Sua participação no primeiro festival de música televisionado. Já pensou que legal, as primeiras emoções de quem ficou do outro lado da telinha!
Este perguntatório tá curtinho e rapidinho você vai ler, o que a c. Nélia fez do seu viver.

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De menino faceiro a um eterno romântico!

Imaginem que, antigamente, fazer travessuras na escola, como castigo teria que escrever no caderno de caligrafia ou então copiar a tabuada repetidas vezes! Vixê… já pensou quantos calos nos dedos ganharíamos!!!! Hoje em dia tá bem mais leve, né mesmo? Assim foi a educação do m. Edgard, lá do Grande Ventura, disciplina rígida com os estudos, uso do uniforme e canto ao Hino da Bandeira era lei, todos os dias.
Confeccionava seus próprios brinquedos, não se comprava brinquedo não! Com pedaço de pau, rodas velhas, usava a imaginação e lá fazia suas criações! Se divertia nesta execução. Bolinha de gude e pião, suas brincadeiras preferidas.
E a Fazenda… Quanta emoção, andar a cavalo sem cela, segurar na grina e sair trotando pelos campos, um belo registro para suas memórias, um menino feliz, um menino faceiro que gostava da vida na fazenda.
Ainda tem o seu grande amor, Ah o amor… Sua fiel “escudeira” c. Dulce, m. Edgard até hoje lembra com precisão, da data do início do namoro deles! Com ela teve dois filhos e estão juntos até os dias de hoje. Enfim, dê uma olhadinha no site do OE e saiba mais deste contador de história do Monteiro Lobato.

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m. Carlos, N. Caminho Firme, 8° Região

Realizamos a entrevista no dia 08 de agosto de 2015, nesta data comemoramos também o aniversário de 56 anos do entrevistado: Carlos Augusto Correia Soares. Superação poderia definir esse camarada, mas também poderia ser gentileza, tranquilidade, persistência… Esse Senhor, é responsável pela vinda de algumas pessoas para UDV e pelo retorno de algumas ovelhas desgarradas ao longo desse longo percurso que ainda teremos que percorrer. É também uma das principais pessoas que trabalharam inicialmente no movimento para estabelecer o Núcleo Caminho Firme em Palmas.

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3ª Historiografia do Núcleo Estrela Matutina – 8ª Região

A emocionante história de um mineirinho bem humorado que, com coração de marujo, já rodou o Brasil com seu caminhão e hoje ganha a vida levando água e simpatia aos lugares onde faz entregas. O menino Carlos lembra de ter a vida ligada à água desde bem pequeno. A cidade onde nasceu, no sul de Minas, faz parte da região de nascentes do Rio São Francisco. Ele nasceu em uma ilha fluvial que se transformou em um lago após a construção de uma usina hidrelétrica que inundou todo o vilarejo onde vivia com a família. Terceiro de oito irmãos já atravessou algumas pelejas boas até chegar aqui e hoje, beirando os sessenta anos, ainda dirige diariamente um caminhão pipa, entregando água no Distrito Federal, ao mesmo tempo em que carrega consigo um vigor de menino e um bom humor singular, mesmo após tendo tido dois AVCs.

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Historiografia do Mestre Geraldo Afonso-Núcleo Mestre Ramos- Ariquemes/RO- 6ª Região

Num certo dia tinha ido comprar uma peça de bicicleta, quando o Mestre Bartolomeu, que estava preparando o vegetal o convidou para conhecer o chá. Bebi o vegetal e tive uma miração muito bonita, eu subi no espaço, vi todo o planeta, vi como se fosse uma rodovia no espaço, quando cheguei num entroncamento, vi que essa rodovia circulava todo o planeta, onde caminhava uma multidão, mais eu não conseguia entrar, uma voz me dizia que eu não podia entrar ali. Essa foi a minha 1ª visão espiritual. Foi muito marcante.

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Vovó Tetê

Terezinha nasceu na cidade de Cataguases (MG). A infância não foi fácil. Começou a trabalhar aos nove anos de idade. Nas horas em que não estava na escola, já trabalhou, por exemplo, como entregadora de leite e entregadora de marmitas.

Admite que sempre foi vaidosa, pois gostava de se produzir e ficar ainda mais bonita. O pai, motorista de caminhão; a mãe, dona de casa. O dinheiro era contado, por isso não atendia a todos os anseios da garota. A solução para ela, então, foi aprender a costurar para fazer suas próprias roupas.

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Seu Remy

Nascido no Estado de Mato Grosso do Sul, na cidade de Aquidauana, Remy e seus cinco irmãos mudaram-se para a capital, Campo Grande. A separação dos pais foi a primeira grande decepção que sofreu. Pouco tempo depois, foi com a mãe para o Estado de Minas Gerais, morar na casa de uma tia. Aos oito anos de idade, tomava conta do gado da fazenda.

A infância era complicada, sem tantos recursos financeiros, por isso os irmãos tinham que trabalhar para auxiliar em casa. A comida habitual era arroz, feijão e toucinho.

Brinquedos? Somente os que eram fabricados por eles mesmos, como carrinho construído com barbante e lata de sardinha.

Na adolescência, a comunicação era difícil, segundo ele, e somente por telegrama, dentro de extrema necessidade. “Carta era raridade”, contou.

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“Aquela é minha Estrela”.

Em uma tarde ensolarada, ao abrigo do chacronal, ao lado de um bambuzal, num clima de expectativa, com algumas fotos para recordar, crianças e jovens têm a oportunidade de ouvir histórias de um homem que desde menino teve o privilégio de ver uma estrela mesmo com a luz do dia, estrela essa que conhecemos por Estrela D’Alva.

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O tema de amor do Mestre José Luiz

Mestre José Luiz chegou ao local ao som da música “Cante, Cantador”, em apresentação feita ao vivo pelo m. João Santana e sua esposa, Meriele (do núcleo Príncipe Teceu). Esta canção tem muito a ver com a caminhada de M. José Luiz na União do Vegetal, pois Mestre Gabriel a usava nas sessões, antes da chamada “Caminho Firme”, de autoria de M. José Luiz:”Cantador cante um tema de amor, eu preciso matar a minha dor…” As crianças interagiram, foi realmente um “Perguntatório”…

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Perguntatório Irmão Michael Wolmetz

Na adolescência usou calça boca de sino, tinha um bigode bem grande e um cabelo volumoso e cacheado. Neste momento, fez todos rirem. Difícil de imaginar. Cadê a foto?! O bigode ele teve que raspar durante um período em que estava participando de uma peça teatral e estava interpretando um papel em que era militar. E nunca mais deixou o bigode crescer…

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Perguntatório C. Carlos Nascimento

Começamos ao som da música “Todo azul do mar”, A companheira dele, C. Lígia, explicou que eles consideram essa, a música deles, pois quando ela o conheceu ele tinha os olhos azuis da cor do mar. Em seguida, assistimos a um pequeno vídeo mostrando Belo Horizonte na década de 50, para que as crianças pudessem se situar na época.

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Perguntatório C. Lígia

Conselheira Lígia é a “Vovó postiça”, como ela mesma se intitula, de muitos que aqui não tem a vovó de sangue por perto. É sempre atenciosa e zelosa no trato com as pessoas, principalmente com as crianças. Nasceu em Sete Lagoas, Minas Gerais, cresceu em uma fazenda juntamente com seus sete irmãos (era a menor família da região). Na época não havia televisão, telefone, internet, “então o jeito era brincar”, disse. Gostava de cuidar das vacas, jogar peteca (feita com penas de galinha) de nadar e flutuar no rio no tronco de bananeira. As crianças ficaram curiosas com esta brincadeira. Fazia tendas com os amigos e a brincadeira preferida era Queimada e explicou como se fazia a bola, usando meia-calça.

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3ª Historiografia do Núcleo Princesa Sama – 2ª Região – Conselheira Marisa

Nesta historiografia, contamos um pouco da história de vida desta mulher simples,alegre, comunicativa, nascida no interior do Amazonas, cuja vida é um exemplo de sabedoria, determinação e dedicação a família e a obra do Mestre Gabriel.

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1ª historiografia do Núcleo Mestre Ramos – 6ª região – historiografado: Mestre Ezequias de Araujo Santos

Os jovens ficaram impressionados, quando o Mestre relatou, que pelas dificuldade que passou, começou a trabalhar com sete anos de idade, para ajudar o Pai, vendia bolo e ainda precisava ir à escola e que no tempo que lhe restava, costumava brincar na rua de carrinho e outras brincadeira simples da época (jogar amarelinha).

Tinha um bom relacionamento com sua avó materna e sua tia Zeca, que gostava de contar muitas histórias de reis e princesas, com grande encenação, onde sempre emocionava a todos os presentes. Tinha também uma vizinha D. Alice, mãe do seu melhor amigo, Antônio que lhe dava o que comer, quanto estava com fome e lhe corrigia quando estava fazendo alguma coisa errada. Falou também, que gostava de ler bolse livro, com histórias de faroeste, até que um dia o Senhor de nome Adam, um professor lhe mostrou alguns livros de literatura, isso fez com que pegasse gosto pela leitura, até os dias de hoje.

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Entrevista com M. José Leite N. Campina Grande 10ª Região

Tiveram alguns momento bonitos durante a entrevista, um deles foi quando um dos jovens perguntou: “O que toca o seu coração?” e ele respondeu: “Muitas coisas, especialmente as coisas do passado” Nesse momento ele ficou emocionado e, em seguida falou: “Vocês hoje tocaram o meu coração”. Também contou histórias da sua infância, de como seus pais lhe educaram e das dificuldades daquela época.

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Da 2a. guerra mundial para a espiritualidade dos dias de hoje! As Aventuras do “Seu” Iran.

Imaginem viver em plena 2ª. Guerra mundial!!! Uma época de racionamento de alimentos, mas ainda bem que a família do seu Iran conseguia produzir seu próprio alimento, na chácara que residiam. Se fosse hoje, chamaríamos sustentabilidade, permacultura… antigo isso né mesmo? Ainda bem que tem uma turma trazendo de volta esta consciência.
Tinham um cata-vento que produzia energia para o rádio e ali, escutavam moda de viola, novelas e a boa nova do fim da guerra!!! Ufa!
Seu Iran gosta muita de meditar, dá palestra de espiritualidade e escreve bons textos sobre o tema.
E as brincadeiras de pular vara de bambu, nadar no açude, carrinho de roda de pau, que ele mesmo construía… Nossa quanta coisa legal que seu Iran contou pra nós. Ainda tem o naufrágio que ele sobreviveu, a picada de jararaca que teve que fazer sinal de fumaça para pedir socorro… Gente! muita experiência de vida que pra saber mais precisam acessar o site e dar uma olhada neste perguntatório. Vai lá e vejam mais aventuras do sr. Iran.

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E por falar em exemplo… C. Nilza Heller, muito prazer!

Voce conhece a conselheira Nilza? Aquela gentil e elegante senhora, mãe da c. Gisela Gordon lá do Lupunamanta! Pois é… aprendeu braile com 80 anos!!! Isso mesmo aos oitentinha! Que belo exemplo este né mesmo? Foi em busca de uma solução, mostrando que vida ainda tinha muito a lhe ofertar, mexeu o esqueleto e foi lá estudar!
…E na segunda guerra, tinham uma torcida contra a Alemanha, imaginem estar vivendo em meio a uma guerra! Muita coisa “sabida” e vivida. E a música clássica, que aprendeu a gostar com seu pai…
Esta é a c. Nilza Heller, este ano vai inteirar 99 anos de idade, com muita história pra contar, muitos exemplos a seguir… Encontramos ela lá no Lupunamanta!” Apareça.

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Zula – Um caipira Matuto

” Vocês já imaginaram que Zula, pode ser um mestre! Isso mesmo, um caipira matuto, apelidado de Zula que pode ser encontrado lá no núcleo São João Batista!!!! Um bom conhecedor de plantas, tanto é que até mastiga unas verdinhas por ai, sabe qual mata a sede e tem vitamina D. Foi pra Austrália e lá conviveu com uma tribo indígena. Sabe pescar sem vara, com um instrumento que emite som e atrai os peixinhos do lago… e as brincadeiras de infância então… Muita coisa boa pra saber a respeito deste homem, m. Luís Antônio, o Zula para os amigos…”

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m. Diogo, N. Caminho Firme, 8° Região

Foi no chacronal que aconteceu a entrevista com o m. Diogo, atual M. Representante do N. Caminho firme. Se existisse uma frase que pudesse resumir esse camarada seria: “Aqui é trabalho meu filho.” Assim, se um dia vier visitar o N. Caminho Firme em dia de mutirão e quiser falar com o M. Representante, procure dentre os irmãos, aquele mais queimado de sol e mais “garrado” no serviço…
Mas se por um lado usa a força bruta para executar os trabalhos de construção civil, possui também bastante noção de arquitetura e extrema habilidade com artes plásticas. Faz belíssimas pinturas em vasos de argila. E pelas formas que utiliza em seus desenhos, há quem diga que teve alguma passagem lá pelas bandas do Império Inca.

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Entrevista – Núcleo Princesa Encantada – Conselheiro Guillermo

No dia 02 de maio de 2015 realizamos a primeira atividade de historiografia no Núcleo Princesa Encantada, onde o entrevistado foi o c. Vicente Guillermo Noriega Moreno, de 79 anos de idade. A entrevista contou com a participação de crianças, jovens e adultos de todas... ler mais

Isto me lembra uma história

Compartilhar o saber de um senhor chamado Marcirio, sua idade parece contos de fadas, 104 anos. Fez muitas travessias na linha do tempo. Em si tem memórias lucidas de dias bem vividos. E a menina dos olhos revela, seu espanto diante de tantas mudanças. Sua presença nos conta histórias com marcas do menino que foi, um jovem que serviu o exercito, marido, pai, avô, bisavô… Seu Marcirio, viu o mundo ficar envelhecido diante de si.

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